Jackson Cionek
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Plano de Governo para Todo Corpo-Território

Plano de Governo para Todo Corpo-Território

Do Human Behavior Map ao Estado que percebe os Jiwasas do Brasil

Um plano de governo não deveria começar apenas por ministérios, secretarias, cargos, partidos ou promessas.

Um plano de governo deveria começar pelo Corpo-Território.

Onde esse corpo nasce?

Onde respira?

Onde aprende?

Onde come?

Onde dorme?

Onde brinca?

Onde trabalha?

Onde adoece?

Onde pertence?

Onde cria futuro?

O Human Behavior Map propõe uma mudança de base: antes de perguntar apenas quanto custa uma política pública, a gente pergunta que tipo de corpo, mente, Tekoha, APUS e Jiwasa essa política vai produzir.

O Estado existe para organizar a vida comum.

E vida comum começa no corpo vivo.

O político como leitor de Jiwasas

O político do futuro precisa desenvolver uma habilidade rara: perceber o Jiwasa de cada grupo.

Perceber o Jiwasa dos jovens.

Perceber o Jiwasa dos trabalhadores.

Perceber o Jiwasa dos pesquisadores.

Perceber o Jiwasa das famílias.

Perceber o Jiwasa das comunidades indígenas.

Perceber o Jiwasa dos quilombos.

Perceber o Jiwasa dos empreendedores.

Perceber o Jiwasa dos professores.

Perceber o Jiwasa dos territórios urbanos.

Perceber o Jiwasa da floresta em pé.

Perceber o Jiwasa da cidade que acorda cedo para trabalhar.

A função do político não é impor um único personagem ao país.

A função do político é propor diretrizes estatais que permitam alta performance nos diferentes grupos, respeitando o Estado Democrático, Laico e de Direito.

Cada grupo tem seus costumes, suas crenças, seus hábitos, suas dores, suas forças e suas formas de pertencimento.

O Estado Laico não destrói essas diferenças.

O Estado Laico cria o campo comum onde elas podem coexistir sem que uma fé, um clã, um partido ou uma ideologia capture todo o Corpo-Território nacional.

Yãy hã mĩy estendido: imitar para transcender-se SER

O conceito de Yãy hã mĩy, de origem Maxakali, inspira o Human Behavior Map a pensar o desenvolvimento humano como imitar-se SER para transcender-se SER.

Primeiro imitamos movimentos.

Depois imitamos hábitos.

Depois imitamos costumes.

Depois imitamos crenças.

Depois imitamos fé.

Imitamos para pertencer.

Imitamos para aprender.

Imitamos para fazer parte do clã.

Imitamos para ganhar linguagem, gesto, ritmo, coragem e direção.

Mas o objetivo profundo do Yãy hã mĩy estendido é transcender a imitação.

Usamos crenças.

Usamos costumes.

Usamos hábitos.

Usamos fé.

Somos maiores do que aquilo que imitamos.

A fé pode abrir dois caminhos.

Fé cega e alta performance

A fé cega transforma a imitação em prisão.

A pessoa confunde crença com identidade total.

Confunde costume com verdade final.

Confunde grupo com destino.

Confunde personagem com essência.

Nesse caminho, o Eu Tensional fica rígido.

O político religioso só fala como religioso.

O político ideológico só fala como ideologia.

O político partidário só fala como partido.

O político de mercado só fala como mercado.

O personagem ocupa todos os espaços.

O Jiwasa vivo de cada grupo perde passagem.

A alta performance segue outro caminho.

A fé vira força de aperfeiçoamento.

A crença vira ferramenta.

O costume vira referência.

O grupo vira campo de aprendizado.

A pessoa pergunta:

este fazer melhora a vida?

Esta crença amplia caminhos?

Este hábito aumenta pertencimento?

Esta política pública melhora o Corpo-Território?

Aqui surge Zona 2.

Surge Fruição.

Surge Metacognição.

Surge criticidade.

Surge Jiwasa Verdadeiro.

A alta performance não abandona a fé.

Ela modula a fé para melhorar os resultados do fazer.

O Estado como campo de movimentos possíveis

O Estado deveria ampliar APUS.

APUS é a Propriocepção Estendida: o campo de movimentos possíveis percebidos pelo Corpo-Território.

Uma política pública boa amplia movimentos possíveis.

A criança passa a poder brincar.

O jovem passa a poder estudar.

O trabalhador passa a poder circular.

A mãe passa a poder cuidar.

O idoso passa a poder caminhar.

A comunidade passa a poder decidir.

O pesquisador passa a poder investigar.

A floresta passa a poder permanecer em pé.

O território passa a poder respirar.

Um plano de governo para Todo Corpo-Território precisa perguntar:

que movimentos esta política abre?

Que pertencimentos ela fortalece?

Que Jiwasas ela permite florescer?

Que Eus Tensionais ela flexibiliza?

Que personagens fixos ela ajuda a perceber?

Que formas de alta performance coletiva ela torna possíveis?

Papel, Pedra e Tesoura no Estado

O Human Behavior Map usa Papel, Pedra e Tesoura como linguagem simples para ensinar cérebro, política e cidadania.

Tesoura analisa.

Pedra faz.

Papel percebe e transforma.

O Estado também precisa desses três movimentos.

A Tesoura do Estado analisa dados, orçamento, evidências, prioridades e impactos.

A Pedra do Estado executa obras, serviços, sistemas, proteção social, saúde, educação, segurança e infraestrutura.

O Papel do Estado escuta, percebe efeitos, corrige rotas, abre Metacognição pública e reorganiza o caminho.

Quando o Estado fica apenas na Tesoura, vira tecnocracia distante.

Quando fica apenas na Pedra, vira obra para foto.

Quando alcança Papel, vira democracia viva.

O ciclo saudável é:

analisar,

fazer,

perceber,

transformar.

Presidente da República: metabolismo nacional do Corpo-Território

Um presidente comprometido com Todo Corpo-Território deve coordenar o metabolismo nacional.

Isso significa integrar economia, saúde, educação, clima, tecnologia, segurança, cultura e pertencimento.

Propostas centrais:

Criar o Programa Nacional Corpo-Território, articulando SUS, escolas, universidades, assistência social, cultura, esporte, internet pública, ciência cidadã e políticas ambientais.

Implementar o DREX Cidadão como metabolismo econômico mínimo, permitindo que o dinheiro nasça no cidadão e no território vivo, reduzindo obediência econômica, fome, medo e dependência de favores.

Criar uma política nacional de florestas em pé e crédito de carbono territorial, garantindo que biomas preservados gerem circulação econômica local.

Estabelecer uma política nacional de saúde mental territorial para crianças e jovens, integrando escola, atenção primária, famílias, cultura, esporte, natureza e proteção digital.

Criar o Sistema Nacional de Transparência do Pertencimento Público, permitindo que cada cidadão veja como orçamento, emendas, impostos, DREX Cidadão e créditos ambientais chegam ao território.

Garantir que toda política pública seja avaliada por impacto no Corpo-Território: saúde, aprendizagem, pertencimento, mobilidade, autonomia, ambiente e dignidade.

O presidente não deve governar como personagem de um grupo.

Deve governar como leitor dos Jiwasas do país.

Senado: o guardião das regras do Estado Laico e Democrático

O Senado deve proteger a arquitetura institucional do Estado.

Sua função é garantir que a diversidade dos Jiwasas brasileiros encontre regras comuns de convivência.

Propostas centrais:

Criar o Marco Legal do Corpo-Território, reconhecendo gestação, infância, escola, território, saúde, ambiente, cultura, internet e pertencimento como bases materiais da cidadania.

Criar o Marco Legal de Transparência das Emendas, exigindo rastreabilidade, plano de trabalho, metas, impacto territorial e participação comunitária.

Criar o Marco Legal de Saúde Mental Digital da Infância e Juventude, com alfabetização digital, proteção contra captura algorítmica, incentivo ao sono saudável, esporte, cultura e convivência presencial.

Aprimorar a regulação de inteligência artificial e mineração de dados, garantindo que análises feitas sobre cidadãos gerem relatórios de retorno, transparência e proteção de direitos.

Defender o Estado Laico como espaço comum onde diferentes crenças podem existir sem capturar o Estado.

O senador precisa ser guardião da pluralidade.

Sua pergunta deve ser:

esta lei amplia a convivência entre Jiwasas diferentes ou entrega o Estado a um único personagem?

Governador: o organizador dos ecossistemas vivos do estado

O governador atua onde o território ganha escala concreta.

Estado é escola.

Estado é hospital.

Estado é estrada.

Estado é polícia.

Estado é universidade.

Estado é floresta.

Estado é cidade média.

Estado é periferia.

Estado é interior.

Propostas centrais:

Criar Centros Estaduais Human Behavior Map, conectando universidades, escolas, SUS, cultura, esporte, comunidades tradicionais e laboratórios EEG/fNIRS para estudar pertencimento, saúde mental, aprendizagem, atenção e juventude.

Implantar Escolas Corpo-Território, com natureza, esporte, cultura, ciência, Metacognição, Papel-Pedra-Tesoura, educação digital e participação comunitária.

Criar programas estaduais de internet pública segura, com proteção de dados, educação digital e incentivo ao uso criativo e científico da tecnologia.

Criar mapas estaduais de APUS e Tekoha, identificando territórios com baixa mobilidade, baixa convivência, alto sofrimento mental, violência, ausência de áreas verdes e baixa participação social.

Integrar segurança pública com pertencimento territorial, prevenindo violência por meio de escola viva, cultura, esporte, emprego, saúde mental e urbanismo de convivência.

O governador precisa perceber os Jiwasas regionais.

O Jiwasa do litoral.

O Jiwasa da floresta.

O Jiwasa do campo.

O Jiwasa da indústria.

O Jiwasa da juventude urbana.

O Jiwasa das comunidades tradicionais.

Alta performance estadual nasce quando esses Jiwasas encontram passagem sem romper o Estado Democrático, Laico e de Direito.

Deputado Federal: o construtor do orçamento vivo

O deputado federal decide leis, orçamento e emendas.

Por isso, pode fortalecer ou corromper pertencimento.

Propostas centrais:

Destinar emendas para projetos com rastreabilidade, participação social, indicadores de Corpo-Território e avaliação pública de impacto.

Financiar pesquisas multicêntricas com EEG, fNIRS, HRV, GSR, respiração, eye-tracking e escalas de pertencimento para estudar juventude, redes sociais, política, saúde mental e educação.

Criar emendas de Tekoha saudável: praças vivas, escolas abertas, bibliotecas, hortas, esporte coletivo, centros culturais, internet pública e cuidado territorial.

Apoiar políticas de DREX Cidadão, crédito de carbono local e economia viva para reduzir obediência econômica.

Criar observatórios de personagens políticos e captura de pertencimento, com educação cidadã baseada em Papel, Pedra e Tesoura.

O deputado federal precisa usar a Tesoura para analisar, a Pedra para realizar e o Papel para prestar contas, escutar e transformar.

Emenda pública deve ser caminho do território.

Assinatura de personagem estreita democracia.

Deputado Estadual: o cuidador dos caminhos próximos

O deputado estadual pode atuar onde a vida cotidiana aparece com mais clareza.

A escola do bairro.

O posto de saúde.

A estrada local.

O hospital regional.

A universidade estadual.

A cultura da cidade.

O esporte comunitário.

A segurança do território.

Propostas centrais:

Apoiar laboratórios escolares de Human Behavior Map, ensinando adolescentes a perceber Pedra, Tesoura e Papel.

Financiar rodas de Metacognição, esporte coletivo, música, dança, arte, ciência cidadã e mapas afetivos do bairro.

Criar projetos-piloto de saúde mental territorial em escolas, unidades de saúde e comunidades.

Destinar recursos para áreas verdes, trilhas educativas, hortas comunitárias, praças vivas e espaços de convivência.

Apoiar comunidades indígenas, quilombolas, rurais e periféricas na preservação de seus Tekohas e na criação de caminhos econômicos dignos.

Fiscalizar emendas e recursos estaduais para garantir que o dinheiro público amplie autonomia territorial.

O deputado estadual precisa perguntar:

esta política amplia caminhos próximos?

Esta obra melhora o respirar do território?

Esta ação fortalece Jiwasa Verdadeiro?

Juventude e o futuro do Estado

Todo plano de governo deveria ser compreensível para adolescentes.

Se um jovem de 17 anos não entende o plano, talvez o plano esteja distante demais do Corpo-Território.

A juventude precisa aprender:

que o cérebro pode estar em Pedra, Tesoura ou Papel;

que redes sociais formam Tekoha digital;

que política é organização da vida comum;

que fé pode virar alta performance quando encontra Metacognição;

que pertencimento saudável amplia liberdade;

que Jiwasa Verdadeiro permite ser força do grupo sem perder criticidade;

que democracia madura permite pensar sem odiar.

O Estado que ensina isso prepara cidadãos.

O Estado que ignora isso entrega a juventude aos algoritmos, aos personagens fixos e aos Jiwasas falsos.

DREX Cidadão como metabolismo do Estado

O DREX Cidadão é a proposta econômica mais importante deste bloco porque muda a origem simbólica do dinheiro.

Hoje, muitas pessoas sentem que o dinheiro nasce no banco, na dívida, na especulação, no favor ou na obediência.

No DREX Cidadão, o dinheiro pode nascer no cidadão como metabolismo mínimo do Estado.

Como energia diária para o Corpo-Território.

Isso permite:

mais autonomia;

menos fome;

menos medo;

menos compra de voto;

menos dependência de favor;

mais criatividade;

mais pertencimento;

mais capacidade de estudar, cuidar, empreender e participar.

Quando combinado com crédito de carbono, floresta em pé, transparência orçamentária e participação local, o DREX Cidadão transforma política pública em metabolismo vivo.

O Estado deixa de apenas cobrar.

Passa a nutrir.

Referências científicas e caminhos experimentais

Damasio, A. (2018). The Strange Order of Things.
A mente como processo corporal, afetivo e regulatório ajuda a fundamentar políticas públicas que começam no Corpo-Território.
Experimento: medir como políticas de escola viva, natureza, renda mínima e participação comunitária afetam interocepção, pertencimento e saúde mental.

Berntson, G. G., & Khalsa, S. S. (2021). Neural Circuits of Interoception.
A interocepção sustenta a percepção dos estados internos do corpo.
Experimento: usar HRV, GSR, respiração e fNIRS para avaliar como ambientes escolares e comunitários afetam regulação corporal.

Kahneman, D. (2011). Thinking, Fast and Slow.
A distinção entre pensamento rápido e lento ajuda a traduzir Pedra e Tesoura em linguagem pedagógica.
Experimento: testar oficinas Papel-Pedra-Tesoura para adolescentes antes e depois de exposição a conteúdos políticos polarizantes.

WHO & UNICEF (2024). Mental Health of Children and Young People: Service Guidance.
A orientação reforça serviços integrados, comunitários e acessíveis para saúde mental de crianças e jovens.
Experimento: criar protocolos escolares de saúde mental territorial integrando SUS, escola, família e comunidade.

UNDP (2023/2024). Human Development Report: Breaking the Gridlock.
O relatório destaca desigualdade, polarização e necessidade de cooperação para enfrentar desafios globais.
Experimento: medir se educação em Jiwasa, Metacognição e orçamento vivo aumenta cooperação entre grupos politicamente diferentes.

OECD (2024). Trabalhos sobre confiança, integridade pública e governança democrática.
A literatura de governança mostra que confiança depende de transparência, capacidade institucional e participação.
Experimento: testar painéis de rastreabilidade de orçamento e emendas com grupos comunitários, medindo confiança e compreensão pública.

National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine (2024). Social Media and Adolescent Health.
O relatório destaca riscos, benefícios e necessidade de políticas baseadas em evidências sobre redes sociais e adolescentes.
Experimento: avaliar oficinas Human Behavior Map sobre Tekoha digital, APUS e polarização.

Trabalhos Brain Behavior and Emotions 2021–2025.
Os anais mostram interesse crescente em saúde mental, smartphone, gaming, compulsões, atividade física, funcionalidade social e regulação autonômica.
Experimento: integrar EEG, fNIRS, HRV, GSR, respiração e escalas de pertencimento para avaliar políticas públicas de juventude e território.

Proposta experimental BrainLatam2026

Pergunta central:

políticas públicas desenhadas a partir do Corpo-Território, APUS, Tekoha, Jiwasa e Papel-Pedra-Tesoura aumentam pertencimento, Metacognição, saúde mental, cooperação e confiança democrática?

Desenho experimental:

Comparar três modelos de política pública local:

modelo tradicional baseado em obra e propaganda;

modelo técnico baseado apenas em indicadores;

modelo Human Behavior Map baseado em Corpo-Território, participação, rastreabilidade e Metacognição.

Participantes:

adolescentes;

professores;

famílias;

gestores públicos;

lideranças comunitárias;

profissionais do SUS;

comunidades tradicionais.

Medidas:

fNIRS pré-frontal;

EEG;

HRV/RMSSD;

GSR;

respiração;

SpO₂;

eye-tracking;

sono;

atividade física;

escalas de pertencimento;

escalas de confiança pública;

escalas de polarização;

indicadores escolares;

indicadores de saúde;

indicadores de participação;

rastreabilidade orçamentária;

mapas afetivos do território.

Hipótese:

políticas baseadas no Human Behavior Map produzirão maior confiança, maior participação, menor polarização, melhor regulação autonômica, maior pertencimento escolar e maior percepção de futuro entre jovens e comunidades.

Frases para plano de governo

Todo plano de governo deve começar perguntando onde o corpo respira.

O político do futuro precisa perceber o Jiwasa de cada grupo sem entregar o Estado a nenhum personagem fixo.

Yãy hã mĩy é imitar para transcender-se SER: usamos crenças, costumes e fé; somos maiores do que aquilo que imitamos.

A fé cega prende o Corpo-Território em personagem; a alta performance usa a fé para melhorar o fazer.

O Estado Laico é o campo comum onde diferentes Jiwasas podem florescer com liberdade e responsabilidade.

Presidente organiza o metabolismo nacional do Corpo-Território.

Senador protege as regras do Estado Democrático, Laico e de Direito.

Governador organiza os ecossistemas vivos do estado.

Deputado Federal transforma orçamento em caminho do território.

Deputado Estadual cuida dos caminhos próximos onde a vida acontece.

DREX Cidadão é metabolismo econômico para que o corpo permaneça vivo, livre e criativo em seu território.

Democracia madura é quando o Estado amplia APUS, fortalece Tekoha saudável e permite que todo Corpo-Território encontre caminhos possíveis.
















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Jackson Cionek

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