Me Tornei Adulto e Deixei as Coisas de Criança

Deixando as coisa de Criancas

Deixando as coisa de Criancas

Deixar as coisas de crianças é um perceber por valores humanos, não mais por crenças e opiniões:


Na idade pré-linguística somos transcendentes e plenos se nossas necessidades estão sendo supridas (antes do 5 anos).
Quando criança nossa identidade ou Percepção de Ser possui valores como:
Empatia;
Confiança;
Curiosidade;
Alegria e Prazer;
Socialização;
Justiça e Equidade
Autonomia;
Pertencimento;

Outros Valores:
Pertencimento, Segurança, Liberdade, Igualdade, Responsabilidade, Fraternidade, Bem Estar, laicidade, Democracia, Estado de Direito

Necessidades, crenças e opiniões podem e normalmente contaminam os valores humanos pois afetam a maneira como indivíduos e sociedades interpretam e priorizam seus valores.

1 Viés de Confirmação:Desvalorização de valores humanos que não se alinham com suas crenças ou à superestimação daqueles que se alinham.

2 Polarização de Grupo: Visão distorcida de certos valores humanos, considerando-os incompatíveis com as crenças do grupo ou aplicação seletiva.

3 Influência Cultural e Social: Valores humanos podem ser interpretados de maneira diferente em diferentes culturas ou subculturas, levando a práticas que podem parecer contrárias a esses valores sob outra perspectiva.

4 Conflito de Valores: Conflito percebido entre diferentes valores humanos. Por exemplo, a liberdade de expressão pode entrar em conflito com o respeito pela diversidade e a não discriminação.

5 Justificação de Comportamentos: Crenças e opiniões podem ser usadas para justificar comportamentos que contradizem valores humanos fundamentais, como honestidade, justiça e compaixão.
Exceções como meios justificados por um fim percebido como superior.

6 Educação e Socialização: A maneira como valores humanos são ensinados e socializados pode ser influenciada por crenças e opiniões predominantes, moldando a percepção de gerações sobre o que é importante e desejável na sociedade.

7 Mídia e Propaganda: Influencia na percepção pública sobre o que é valorizado pela sociedade.

Sistemas politicos, socais e religiosos incrustam crenças opiniões e exemplos de pessoas como modelos.
Com nossas memorias carregadas com essas crenças, opiniões e modelos ficamos com grande quantidades de pontos cegos e vieses cognitivos.

As grandes mentiras que movem o mundo hoje são as opiniões e crenças sobre o "Homem Social" e o "Homo Economics".

"Homem Social"
Uma grande mentira, crença ou opinião é que o Homem é mal por natureza.
Rutger Bregman desafia a narrativa prevalente de que os seres humanos são essencialmente maus: Ele defende uma reavaliação baseada em uma análise mais equilibrada dos dados científicos, sugerindo que a bondade e a cooperação são aspectos fundamentais do ser humano.

Para modular o Homem cria-se a visão do homem como "mal por natureza" destaca a necessidade de estruturas sociais e legais para manter a ordem e promover o bem-estar, a ideia da "criação do homem social" enfatiza o papel da sociedade na moldagem do comportamento humano e questiona como as estruturas sociais podem contribuir para a desigualdade e a opressão.
O "Homem social" está no coração da definição de Estado, que busca compreender e atender às necessidades e aos interesses da coletividade.

Bregman sugere que os resultados negativos são mais divulgados e lembrados do que os positivos. Nas circunstâncias certas, as pessoas tendem a ser cooperativas, altruístas e gentis.

Outro grande Golpe foi: O Dinheiro deixou de ser serviço para virar mercadoria junto com Homo Economicus.
Homo Economicus - Conceito criado com conflitos de interesses: Fake News
O "Homo economicus", ou Homem econômico, é um conceito utilizado na economia para descrever um indivíduo idealizado que age de forma racional e auto-interessada, buscando maximizar sua utilidade ou lucro.
Tudo grandes jogadas dos detentores do poder economico na Europa.

Quando quando ficamos adultos (maiores de 30 anos) temos o cérebro maduro para modular nossa identidade nos valores humanos: Pertencimentos Estado de Bem Estar Livre, responsável, Laico, Democrático e de Direito.
Passamos a ser responsáveis por nossas percepções.
Podemos ser mais flexiveis e maduros e a rir de nossos erros, bem como usar nossas opiniões e crenças sem nos perder nelas.

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Autor:

Jackson Cionek

#emotions-craving #brain-states